Quando eu fiz esse espaço, pensei e prometi que iria pelo menos postar um texto por semana. E como era de praxe, é obvio que não consegui fazer jus a promessa.
É que agora eu tenho coisas na minha cabeça que não deixa eu ficar vagando dentro da minha mente, atrás de algo novo ou uma idéia tosca. Não estou me queixando, alias do curtindo pra caralho isso, essa fase em que não tenho muito que dizer, na verdade tenho muito que dizer, mas não vou dizer aqui; por enquanto não posso ou também não to afim.
Talvez tu estejas se perguntando: "o que esse guri quer dizer ou passar pra mim, pobre coitada(a) que sempre sou pertubado por ele, para ler isso aqui e ainda ter q comentar o texto?” (Como estratégia de marketing, responde a pergunta que tu mesmo fez ai no posts, logo ali em baixo.)
Já reclamaram que eu escrevo textos muito longos e que escrevo um português cheio de erros, mas grandes bostas, eu consigo escrever tão bem que consigo ser entendido, eu acho. Não to xingando ninguém, é a forma que passo pra mim mesmo de que ta tudo bem comigo e que escrevo bem e tal, pois eu sou fácil alvo quando sou criticado. Em falar em confissões, esses dias tava passando em alguns fotologs e tinha uma maldição besta, mas no mínimo engraçada, fiquei lendo e rindo de alguns, logo comecei a pensar por que não podia escrever alguns dos meus “segredos”. Pensando bem, melhor não, ate porque quem vai querer saber que eu matava formigas por prazer quando era pequeno e que batia num surdo na segunda serie do primário. Talvez gostariam de saber que eu tenho uma pinta na coxa esquerda e que já pedi para um mendigo para me ajudar atravessar a Protássio Alves (detalhe: tinha cinco anos e tinha fugido da empregada que estava desesperada, no Zaffari Ipiranga).
Bom é isso pessoal, atualizei isso aqui, talvez eu escreva algo melhor depois ou outro dia(claro, sem contar com a carta que escrevi pra minha irmã Gra), desde que não seja política, pois cada debate que passa, eu fico cada vez mais em duvida entre o bigode e o 69.
quarta-feira, 18 de outubro de 2006
terça-feira, 3 de outubro de 2006
“Se tu votaste no Paulo Borges (dito, o homem do tempo), no Frank Aguiar (o rei do teclado ¬¬), no Mano Changes, no Clodovil (que conseguiu mais uma cadeira ainda pro Partido Trabalhista Cristão, de tanto voto que teve), no Collor e no Maluf; NÃO VENHA SE APRESENTAR PARA MINHA PESSOA. OBRIGADO”.
Eu não coloquei isso para espantar ninguém do meu orkut, até porque não iria adiantar. Escrevi isso com o pouco do medo perdido de dizer, de forma generalizada, que brasileiro não sabe votar. Umas das muitas artimanhas que me ensinaram na universidade, é de não generalizar os fatos, grupos de pessoas e coisas corriqueiras da vida, mas foi difícil não pensar deste jeito quando, no meio meu ensaio, meus amigos e eu fomos ver como estava a apuração das eleições na tv bonita que meu pai comprou para ver a copa do mundo (que serviu mais para ver o Fernandão virar o Capitão América). Tivemos uma surpresa relativamente boa quando vimos o Olívio e a Yeda no segundo turno, não nos surpreendemos com o senador de carreira, Pedro Simon, liderar a corrida para o congresso. Não recordo como foi a reação dos demais companheiros de banda, mas quando eu vi o nome do primeiro colocado para a assembléia era do Paulo Borges, fiquei puto da cara, quase estragou o resto do meu fim-de-semana; não inutilizou mais porque eu ainda estava desfrutando dos canais do Telecine de graça até o fim daquela noite, com direito a Star Wars – episódio dois, logo depois do ensaio.
Quando ficava analisando os cenários virtuais do filme – que já tinha visto uma dezena de vezes e por isso, poderia ficar me distraindo com outras coisas – fiquei pensando: "o que leva uma pessoa, em sua sã consciência, a votar em alguém que diz que hoje estará com sol pela manhã e chuva à tarde?".Foi daí que comecei a buscar na minha memória outras perolas eleitorais, como Mano Changes – que nem musica faz direito – e o gaúcho da copa, por exemplo.
PORRA! Diz-me o que eles vão fazer lá assembléia? Eu sei que eles vão fazer; vão dar uma boa desculpa por meu pai não ter dinheiro para comprar alguma coisa para casa ou pra nós daqui de casa. Fico imaginando até a desculpa: "não tenho dinheiro porque estou pagando a comissão daquele deputado, para ele me dizer se vai chover ou fará sol na Duque de Caxias, nos arredores da praça da matriz”. Ou então pior, imagina só, a senhora ou o senhor passando pelos canais da tv e deparam com um homem-gurizão, de terno e gravata, discursando: “YO! Temo que ter mais segurança pra noi da comunidade, lá da perifiria; lá pro mano do parternon, ta ligado?”.
Mas aqui no Rio Grande, as coisas não foram tão, digamos, folclóricas assim. Em São Paulo, elegeram Maluf, Clodovil, Enéas, Palloci, Genuíno e Frank Aguiar. Não vou comentar porque eu não quero que o servidor retire do ar o meu blog, pois é uma forma de expressar o soco que eu ganhei no estomago, no fim do domingo.
O voto facultativo, para mim, é no mínimo necessário para um pais onde tem candidatos como Samuel Silva ou Fernandinho “do pó” Collor de Mello. Pelo menos eu teria a opção em votar no candidato do governo ou oposição, em vez de votar no 69 para presidente. Uma pena que eu poderia ter votado no 666 para senador, já que fui avisado desta malandragem somente ontem. Uma pena.
Eu não coloquei isso para espantar ninguém do meu orkut, até porque não iria adiantar. Escrevi isso com o pouco do medo perdido de dizer, de forma generalizada, que brasileiro não sabe votar. Umas das muitas artimanhas que me ensinaram na universidade, é de não generalizar os fatos, grupos de pessoas e coisas corriqueiras da vida, mas foi difícil não pensar deste jeito quando, no meio meu ensaio, meus amigos e eu fomos ver como estava a apuração das eleições na tv bonita que meu pai comprou para ver a copa do mundo (que serviu mais para ver o Fernandão virar o Capitão América). Tivemos uma surpresa relativamente boa quando vimos o Olívio e a Yeda no segundo turno, não nos surpreendemos com o senador de carreira, Pedro Simon, liderar a corrida para o congresso. Não recordo como foi a reação dos demais companheiros de banda, mas quando eu vi o nome do primeiro colocado para a assembléia era do Paulo Borges, fiquei puto da cara, quase estragou o resto do meu fim-de-semana; não inutilizou mais porque eu ainda estava desfrutando dos canais do Telecine de graça até o fim daquela noite, com direito a Star Wars – episódio dois, logo depois do ensaio.
Quando ficava analisando os cenários virtuais do filme – que já tinha visto uma dezena de vezes e por isso, poderia ficar me distraindo com outras coisas – fiquei pensando: "o que leva uma pessoa, em sua sã consciência, a votar em alguém que diz que hoje estará com sol pela manhã e chuva à tarde?".Foi daí que comecei a buscar na minha memória outras perolas eleitorais, como Mano Changes – que nem musica faz direito – e o gaúcho da copa, por exemplo.
PORRA! Diz-me o que eles vão fazer lá assembléia? Eu sei que eles vão fazer; vão dar uma boa desculpa por meu pai não ter dinheiro para comprar alguma coisa para casa ou pra nós daqui de casa. Fico imaginando até a desculpa: "não tenho dinheiro porque estou pagando a comissão daquele deputado, para ele me dizer se vai chover ou fará sol na Duque de Caxias, nos arredores da praça da matriz”. Ou então pior, imagina só, a senhora ou o senhor passando pelos canais da tv e deparam com um homem-gurizão, de terno e gravata, discursando: “YO! Temo que ter mais segurança pra noi da comunidade, lá da perifiria; lá pro mano do parternon, ta ligado?”.
Mas aqui no Rio Grande, as coisas não foram tão, digamos, folclóricas assim. Em São Paulo, elegeram Maluf, Clodovil, Enéas, Palloci, Genuíno e Frank Aguiar. Não vou comentar porque eu não quero que o servidor retire do ar o meu blog, pois é uma forma de expressar o soco que eu ganhei no estomago, no fim do domingo.
O voto facultativo, para mim, é no mínimo necessário para um pais onde tem candidatos como Samuel Silva ou Fernandinho “do pó” Collor de Mello. Pelo menos eu teria a opção em votar no candidato do governo ou oposição, em vez de votar no 69 para presidente. Uma pena que eu poderia ter votado no 666 para senador, já que fui avisado desta malandragem somente ontem. Uma pena.
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