Vendo este ultimo domingo a final da copa, de forma desprendida, sem estar com a mão na boca e sem todo aquele estresse semanal de uma final de copa do mundo, me passou uma sensação pelo todo o decorrer do jogo. Eu me lembro da copa de 90 (O_o), lembro que meu irmão dizia que a minha bandeira só tinha as cores amarelo e verde, não eram do Brasil; claro q eu dei uns tapas nele e fiquei de castigo. Lembro-me também que uns dos jogos do Brasil a gente foi ver na casa da minha tia, nós, como toda criança “Duracell”, ficamos jogando bola e só percebemos que acontecia o gol, quando os velhos gritavam, juntos com o bairro inteiro. Da copa de 94 a de 02, sempre senti como era a sensação de ir para final do campeonato, claro que cada copa teve um gosto diferente; a de 94, foi a primeira e como toda primeira vez, tu fica emocionado, parecendo um cachorro brincando na areia, a de 98, eu não me lembro direito, talvez por passar numa fase meio nublada( 15 anos, vocês sabem muito bem do que to falando) e a de 2002, que foi feita no Japão e na Coréia, foi umas das melhores idéias que a Fifa já teve. Sempre tinha que ser a copa na Ásia, futebol de madrugada é perfeito, jogos como Japão e Tunísia são melhores que qualquer filme do Van Damme no corujão.
O que eu queria dizer é que a final da copa sem o Brasil foi umas das melhores coisas que já aconteceram este pais. Se o Brasil fosse para final e ainda ganhasse, iria morrer alguém importante, não o ACM ou a Hebe, alguém que todo mundo iria pensar: “pó, que pena”. Em 94, Mario Quintana morreu uns dias depois da conquista do tetra e em 2002, Chico Xavier, morreu logo depois de sua ultima transcrição espiritual, logo depois do velho Cafu subi levantar a taça. É obvio que vão pensar quem iria morrer? O Zagallo? O repórter Vesgo? Eu acho que seria o Enéas( o Bussunda não vale).
Teve gente que ficou triste por a seleção ter caído as quartas, eu fiquei porque eu queria ver a final comendo feijoada com caipirinha. Mas sempre tem um lado positivo nessa historia, se o Brasil fosse campeão de novo, certamente na segunda-feira, teria sorrisos nas ruas e aumentos de impostos e (talvez) de tarifas, como teve em 2002 (em 94 eu não me recordo, eu mal sabia que era imposto, só sabia que era ruim). Seria uma boa injeção de felicidade, principalmente nas pessoas que não tem muito que sorrir (gremistas, por exemplo), e como toda injeção, logo passa e volta a realidade. Realidade que boa parte dos jogadores desmontaram para todos nós, a realidade que toda a torcida por eles, é quase como um gesto transparente para os olhos deles. O Roberto Carlos não estava arrumando as meias, estava mostrando o que ele é, um cara com o cú virado pra lua e vocês, na lima e silva da vida, uns bosta que ele nem tenho idéia que vocês existem. Os Ronaldinhos e Adrianos da vida que fizeram festinhas ou os Robertos Carlos da vida que foram jantar fora com amigos, logo depois da desclassificação, são esses tipos de reações que eu estou escrevendo.
Eu não culpo o Parreira dela desclassificação,( nesse caso eu incluo o Abel), eu acho que ele quis mostrar que nós temos que nos preocupar com as verdadeiras preocupação da vida. Não com o peso do Ronaldo e sim com as campanhas eleitorais ( :/ ), que já começaram, a minha vó e a de vocês não vai ter aumento na mesada e o final da novela Belíssima, não seria tão tensa como uma final de copa do mundo.
O que eu queria dizer é que a final da copa sem o Brasil foi umas das melhores coisas que já aconteceram este pais. Se o Brasil fosse para final e ainda ganhasse, iria morrer alguém importante, não o ACM ou a Hebe, alguém que todo mundo iria pensar: “pó, que pena”. Em 94, Mario Quintana morreu uns dias depois da conquista do tetra e em 2002, Chico Xavier, morreu logo depois de sua ultima transcrição espiritual, logo depois do velho Cafu subi levantar a taça. É obvio que vão pensar quem iria morrer? O Zagallo? O repórter Vesgo? Eu acho que seria o Enéas( o Bussunda não vale).
Teve gente que ficou triste por a seleção ter caído as quartas, eu fiquei porque eu queria ver a final comendo feijoada com caipirinha. Mas sempre tem um lado positivo nessa historia, se o Brasil fosse campeão de novo, certamente na segunda-feira, teria sorrisos nas ruas e aumentos de impostos e (talvez) de tarifas, como teve em 2002 (em 94 eu não me recordo, eu mal sabia que era imposto, só sabia que era ruim). Seria uma boa injeção de felicidade, principalmente nas pessoas que não tem muito que sorrir (gremistas, por exemplo), e como toda injeção, logo passa e volta a realidade. Realidade que boa parte dos jogadores desmontaram para todos nós, a realidade que toda a torcida por eles, é quase como um gesto transparente para os olhos deles. O Roberto Carlos não estava arrumando as meias, estava mostrando o que ele é, um cara com o cú virado pra lua e vocês, na lima e silva da vida, uns bosta que ele nem tenho idéia que vocês existem. Os Ronaldinhos e Adrianos da vida que fizeram festinhas ou os Robertos Carlos da vida que foram jantar fora com amigos, logo depois da desclassificação, são esses tipos de reações que eu estou escrevendo.
Eu não culpo o Parreira dela desclassificação,( nesse caso eu incluo o Abel), eu acho que ele quis mostrar que nós temos que nos preocupar com as verdadeiras preocupação da vida. Não com o peso do Ronaldo e sim com as campanhas eleitorais ( :/ ), que já começaram, a minha vó e a de vocês não vai ter aumento na mesada e o final da novela Belíssima, não seria tão tensa como uma final de copa do mundo.
2 comentários:
Hey, bab, saudade de ti! Beijoca
eu prometi que ia comentar, mas perdi o fio da meada... eu odeio copa do mundo e odeio politicagem, sabes bem. então meu comentário aqui não passaria de uma crítica feroz... mas na copa de 94 eu me diverti bastante, eu tinha uma camisa da seleção de 70 e eu me achava a tal por isso. =D
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