Jaque acordou.
Mas não se levantou, ficou deitada, sem se mexer. Ficou tentando se lembrar o que fez no dia anterior; foram as mesmas coisas que ela iria fazer hoje, a sua vida não era muito agitada para uma mulher que já viveu tanto. Ao sentir que aquela dormência habitual foi embora, ela estranhou, estranhou também a luz acesa de baixo da porta, que da para o resto do pequeno apartamento, no centro da cidade. Ao se levantar da cama dura, percebeu e pensou que seu gato não arranhava a porta como de costume e que o barulho constante dos ônibus e carros não lhe estavam incomodando, mas que a luz de baixo da porta era diferente e bem mais reluzente, algo novo para uma pessoa que poderia ter visto tudo.
A cada passo, ela sentia renovada, nova, nem bom ou ruim, simples, na verdade não queria explicar, só tinha vontade de saber o que era; aquela luz. Não precisou abrir a porta, ela se abriu, Jaque sentiu algo sem explicação, logo, ouviu uma voz que dizia uma palavra: “calma, está tudo bem, Jaque”.Jaque não quis perguntar onde estava o resto da sua casa, nem o seu gato Walter e nem onde estava indo, só queria ouvir denovo aquela voz; nem precisou perguntar, ela voltou e disse: “tudo vai ser esclarecido, Jaque”. Foi quando ela finalmente perguntou: “onde estou indo?” e logo em seguida: “o que aconteceu?”. A voz respondeu imediatamente a mesma frase de antes, deixando Jaque um pouco desconfortável, apesar de todas as suas dores terem ido embora com aquilo tudo. Jaque começou a entender o que aconteceu e começou a ficar apavorada, pois sabia – finalmente – onde estava chegando e que não voltaria. Começou a chorar. Foi quando ela sentou numa cadeira que, como magia, surgiu atrás dela e ela sentou nela, Jaque achou muito confortável a cadeira, e pensou que bem que poderia ter uma dessas em sua casa. Foi quando um homem, em sua frente, interrompeu o seu pensamento: “para onde a senhora vai, tem dezenas destas”. Assustada pelo aparecimento deste homem de terno e gravata, com uma pasta cheia de papeis de relatório na mão e uma chave na outra, Jaque finalmente abriu os olhos e olhou para ele e perguntou novamente: “o que aconteceu comigo?”, o homem comenta se perguntando: “quando eu vou ouvir outra pergunta?”, logo viu que esse comentário deixou a pobre senhora meio envergonhada e logo foi dizendo o protocolo: “você agora estará com quem você chorou quando elas foram embora, as pessoas de trás desta porta – apontando para trás da velha – não lhe causaram saudade, tristeza ou remorso por não estar mais lá e se tudo ocorrer certo, apenas lembranças”, e ele continuou com o olhar espantado e atencionado da senhora: “a partir de agora, você estará conosco e a garanto que você será feliz aqui”. Jaque se levantou e pegou a mão do homem e que levou ela ate outra porta, que estava atrás dele, ele a abriu e saíram num tipo de corredor de inúmeras porta idênticas, na qual saiam outras pessoas iguais a esse homem engravatado, no entanto, as pessoas que estavam com esses homens eram pessoas diferentes, tinha aparências, sexo e idades, todos com a mesma impressão de Jaque, de pasmo e curiosidade.
Jaque se sentia como se tivesse numa cidade nova, tudo era meio novo e meio o que ela gostava, mas não conseguia se lembrar donde vinha a sensação de que já conhecia o feitio deste lugar novo para ela. Logo foi levada com os outros novos para um tipo de transporte da qual tinha um tipo de guia na parte da frente do veículo, mas quando ele falava, parecia que era para cada um dos passageiros que ele estava guiando, e para Jaque, dizia que esse era o lugar onde ela poderia ter uma vida ideal para ela, sem as dificuldades que ela sofria e que todo seria esclarecido quando ela chegar aonde ela ia chegar, ao ouvir isso, ela deixou um pouco a angustia de lado com tudo aquilo e aproveitou para apreciar a paisagem.
O transporte entregou todos ao mesmo lugar, um lugar neoclássico com verde da natureza. A porta da condução haviam vários tipos de choferes e eles foram à direção a cada um dos novos e levaram ate a uma porta. Com Jaque não foi diferente, e diferente do homem de trenó, o chofer começou a conversar com ela; Na verdade ele vai respondia as perguntas delas sobre este lugar, sobre o que aconteceu realmente com ela e até sobre coisas que ela nunca entendia, como o céu era azul e quem matou JFK. Ao chegar ao seu novo lar, Jaque perguntou algo que nunca tinha lhe passado pela cabeça, pois se tratando de tudo que aconteceu, era meio obvio a pergunta, mas ela questionou mesmo assim ao chofer: “eu estou no céu?”, o chofer levou ela ate a uma sacada pra a vista do resto do lugar e disse: “na verdade não, não quer dizer o céu não existe, existe sim, mas ele existe dentro da sua cabeça, ele é fruto da sua realidade. Donde tu vieste – e donde eu vim também - é tudo fruto da nossa realidade, fruto da sua cabeça, as cores, formas, sons, tudo é diferente para cada um, e aqui não é diferente. Pode ver que esse quarto, tem tudo que você sempre gostou de ter ou gostaria de ter, a cor do papel de parede, o estilo da mobília e ate os livros e roupas que você costumava ou gostaria de usar, pois aqui é você que determina a tua forma viver, isso acontece dentro da sua realidade, de seu universo”. Ao mesmo tempo em que ficava impressionada com aquilo tudo e de que fazia sentido, Jaque fez comentou: “por isso que eu ouvia o guia que me trouxe aqui, dizendo algo que só eu sabia q só cabia a eu saber”, o chofer confirmou com a cabeça e disse o que Jaque tinha que ouvir para ficar em paz com aquilo tudo: “enquanto você estiver aqui, você estará feliz e de bem com tudo, pois é esse o seu universo”.
Mas não se levantou, ficou deitada, sem se mexer. Ficou tentando se lembrar o que fez no dia anterior; foram as mesmas coisas que ela iria fazer hoje, a sua vida não era muito agitada para uma mulher que já viveu tanto. Ao sentir que aquela dormência habitual foi embora, ela estranhou, estranhou também a luz acesa de baixo da porta, que da para o resto do pequeno apartamento, no centro da cidade. Ao se levantar da cama dura, percebeu e pensou que seu gato não arranhava a porta como de costume e que o barulho constante dos ônibus e carros não lhe estavam incomodando, mas que a luz de baixo da porta era diferente e bem mais reluzente, algo novo para uma pessoa que poderia ter visto tudo.
A cada passo, ela sentia renovada, nova, nem bom ou ruim, simples, na verdade não queria explicar, só tinha vontade de saber o que era; aquela luz. Não precisou abrir a porta, ela se abriu, Jaque sentiu algo sem explicação, logo, ouviu uma voz que dizia uma palavra: “calma, está tudo bem, Jaque”.Jaque não quis perguntar onde estava o resto da sua casa, nem o seu gato Walter e nem onde estava indo, só queria ouvir denovo aquela voz; nem precisou perguntar, ela voltou e disse: “tudo vai ser esclarecido, Jaque”. Foi quando ela finalmente perguntou: “onde estou indo?” e logo em seguida: “o que aconteceu?”. A voz respondeu imediatamente a mesma frase de antes, deixando Jaque um pouco desconfortável, apesar de todas as suas dores terem ido embora com aquilo tudo. Jaque começou a entender o que aconteceu e começou a ficar apavorada, pois sabia – finalmente – onde estava chegando e que não voltaria. Começou a chorar. Foi quando ela sentou numa cadeira que, como magia, surgiu atrás dela e ela sentou nela, Jaque achou muito confortável a cadeira, e pensou que bem que poderia ter uma dessas em sua casa. Foi quando um homem, em sua frente, interrompeu o seu pensamento: “para onde a senhora vai, tem dezenas destas”. Assustada pelo aparecimento deste homem de terno e gravata, com uma pasta cheia de papeis de relatório na mão e uma chave na outra, Jaque finalmente abriu os olhos e olhou para ele e perguntou novamente: “o que aconteceu comigo?”, o homem comenta se perguntando: “quando eu vou ouvir outra pergunta?”, logo viu que esse comentário deixou a pobre senhora meio envergonhada e logo foi dizendo o protocolo: “você agora estará com quem você chorou quando elas foram embora, as pessoas de trás desta porta – apontando para trás da velha – não lhe causaram saudade, tristeza ou remorso por não estar mais lá e se tudo ocorrer certo, apenas lembranças”, e ele continuou com o olhar espantado e atencionado da senhora: “a partir de agora, você estará conosco e a garanto que você será feliz aqui”. Jaque se levantou e pegou a mão do homem e que levou ela ate outra porta, que estava atrás dele, ele a abriu e saíram num tipo de corredor de inúmeras porta idênticas, na qual saiam outras pessoas iguais a esse homem engravatado, no entanto, as pessoas que estavam com esses homens eram pessoas diferentes, tinha aparências, sexo e idades, todos com a mesma impressão de Jaque, de pasmo e curiosidade.
Jaque se sentia como se tivesse numa cidade nova, tudo era meio novo e meio o que ela gostava, mas não conseguia se lembrar donde vinha a sensação de que já conhecia o feitio deste lugar novo para ela. Logo foi levada com os outros novos para um tipo de transporte da qual tinha um tipo de guia na parte da frente do veículo, mas quando ele falava, parecia que era para cada um dos passageiros que ele estava guiando, e para Jaque, dizia que esse era o lugar onde ela poderia ter uma vida ideal para ela, sem as dificuldades que ela sofria e que todo seria esclarecido quando ela chegar aonde ela ia chegar, ao ouvir isso, ela deixou um pouco a angustia de lado com tudo aquilo e aproveitou para apreciar a paisagem.
O transporte entregou todos ao mesmo lugar, um lugar neoclássico com verde da natureza. A porta da condução haviam vários tipos de choferes e eles foram à direção a cada um dos novos e levaram ate a uma porta. Com Jaque não foi diferente, e diferente do homem de trenó, o chofer começou a conversar com ela; Na verdade ele vai respondia as perguntas delas sobre este lugar, sobre o que aconteceu realmente com ela e até sobre coisas que ela nunca entendia, como o céu era azul e quem matou JFK. Ao chegar ao seu novo lar, Jaque perguntou algo que nunca tinha lhe passado pela cabeça, pois se tratando de tudo que aconteceu, era meio obvio a pergunta, mas ela questionou mesmo assim ao chofer: “eu estou no céu?”, o chofer levou ela ate a uma sacada pra a vista do resto do lugar e disse: “na verdade não, não quer dizer o céu não existe, existe sim, mas ele existe dentro da sua cabeça, ele é fruto da sua realidade. Donde tu vieste – e donde eu vim também - é tudo fruto da nossa realidade, fruto da sua cabeça, as cores, formas, sons, tudo é diferente para cada um, e aqui não é diferente. Pode ver que esse quarto, tem tudo que você sempre gostou de ter ou gostaria de ter, a cor do papel de parede, o estilo da mobília e ate os livros e roupas que você costumava ou gostaria de usar, pois aqui é você que determina a tua forma viver, isso acontece dentro da sua realidade, de seu universo”. Ao mesmo tempo em que ficava impressionada com aquilo tudo e de que fazia sentido, Jaque fez comentou: “por isso que eu ouvia o guia que me trouxe aqui, dizendo algo que só eu sabia q só cabia a eu saber”, o chofer confirmou com a cabeça e disse o que Jaque tinha que ouvir para ficar em paz com aquilo tudo: “enquanto você estiver aqui, você estará feliz e de bem com tudo, pois é esse o seu universo”.
5 comentários:
:~
bom pra pensar...
ainda continua a tal da jaque?
e a Luaninha?quero um textu soh p mim viu?ora essa!!!nem sei q eh jaque...
e qnt au flog da Rê...é klaru q tava mto igual au mew jeitu d escrev pq era eu neh?
dãaaaaaaaa!!!mesmo c td essa mongolice eu t amu...
hauhauahua!!!bjinhus baby...
=*******************
bom texto, é uma boa reflexão... mas gostaria de saber pra onde foi o gato. e pra onde ele vai depois, também vai ser assim? fico imaginando como seria o mundo ideal de um gato =)
o mundo ideal do meu gato teria milhares de pantufas iguais a minha.
daí ele ia poder destruir todas elas sem ser reprimido artisticamente.
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